Doutrinando em aula

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Por Rosalina Freitas

A pergunta e o diálogo na sala de aula são modos de colocar em confronto os saberes e promover a dúvida, passo importante para gerar a busca de novos conhecimentos. Na medida em que valoriza as perguntas formuladas pelos alunos, além de contribuir para um ambiente de aprendizagem real, o professor incentiva a interação entre os sujeitos que integram a comunidade da sala de aula. Conforme ensinam alguns educadores, o que o professor deveria fazer, antes de tudo, seria ensinar a perguntar, sobretudo porque o início do conhecimento se dá pela pergunta [1]. Dentro desse contexto, nada melhor do que se valorizar as perguntas, ainda mais aquelas formuladas no ambiente propício à construção do conhecimento: em sala de aula. Bem por isso, oportuna a ideia da coluna “Doutrina que nasce da sala de aula”, idealizada pelos processualistas e professores amigos Luiz Rodrigues Wambier e Lúcia Mugayar, que será permanente no site do Migalhas. O objetivo é manter um espaço de divulgação das dúvidas e propostas de solução nascidas a partir do diálogo professor-aluno, com a construção coletiva do conhecimento e aprendizagem significativa. Manteremos, aqui no Inteiro Teor, com autorização dos idealizadores, coluna similar, que será denominada “Doutrinando em Aula”.

[1] FREIRE, Paulo; FAUNDEZ, Antonio. Por uma pedagogia da pergunta. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985, p. 46.

Confira abaixo os textos realizados com base nas perguntas realizadas em sala de aula:

Doutrinando 1:
O juiz pode se retratar da sentença proferida quando interposto recurso de apelação intempestivo?

Doutrinando 2:
O julgamento colegiado, a proclamação do resultado e o direito intertemporal. Um questionamento acerca do cabimento dos embargos infringentes.

Doutrinando 3:
O fim da Ação Cautelar e seus efeitos no âmbito tributário.

Doutrinando 4:
A conversão dos embargos de declaração em agravo interno. O tratamento dispensado à matéria pelo CPC/2015.

Doutrinando 5:
O efeito suspensivo dos recursos no CPC/2015. Alguma especificidade nos embargos de declaração?

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